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 POETA M. C. GARCIA
 SOCIEDADE DOS POETAS




 

 
 

IV CHÁ POESÓFICO

 realizado em 23/10/2010 -

à direita cantor e poeta Xico Seridó. à esquerda, J

air Popper, no fundo, à direita,

 

Poeta Nezinho Pereira

Sociológo e escritor Jair Popper

Jovem Isa Poetisa

 

Isa Poetisa

 

Jair Popper

 

Poeta da SPVA Tião

À esquerda, Tião; à direita, Xico Seridó

À esquerda, Tião; no centro, Xico Seridó e à direita, Jair Popper



Escrito por bibliotecas-culturais às 02h00
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FAÇA UMA VISITA À BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA - PONTO DE LEITURA - E VIVA A BELÍSSIMA DELEITURA DO SEU ACERVO RIQUÍSSIMO COM MAIS DE 2000 TÍTULOS 

 

COMO CHEGAR À BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA - PONTO DE LEITURA

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 23h42
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BIBLIOTECA CULTURA OTÁVIO GARCIA

E O PONTO DE LEITURA

REALIZAM, EM 14/11/2009,

PROJETO CHÁ COM POESOFIA

TEMA: POR QUE FAZER POESIA E PARA QUÊ?

COM O  POETA E FILÓSOFO M. C. GARCIA

 

Verônica Guimarães

 

O CHÁ REGADO A LIVROS  DE POESIA E DE FILOSOFIA

OS MELHORES POEMAS BRASILEIROS DO SÉCULO DE ÍTALO MORICONI

MAZÉ: A PENSADORA FILOPOÉTICA I

MAZÉ: A PENSADORA FILOPOÉTICA II

SHEILA: POETISA E ESCRITORA

 

HILDA FURACÃO E DONA IVETE SE DELEITANDO DO CHÁ POESÓFICO

O CHÁ POESÓFICO PROPRIMAMENTE VIVIDO

POETA JANILSON POESOFANDO E DONA IVETE REFLEXIVA

OUTROS ENSEJOS PERTINENTES

AS MUSAS DO CHÁ COM POESOFIA

OUTRAS REEFLEXÕES PERTINENTES À POESOFIA

AGORA É A HORA DO REGISTRO FOTOGRÁFICO

ORNAMENTAÇÃO ADEQUADA

CONTINUANDO O REGISTRO FOTOGRÁFICO DOS PRESENTES

FECHANDO O REGISTRO FOTOGRÁFICO DOS PRESENTES

SOCORRO APÓS RECITAR POEMA  DA NATUREZA

 

UMA POSSÍVEL REFLEXÃO SOBRE A POESOFIA

POESIA-FILOSOFIA-POESIA

 * M. C. Garcia

 

No contexto literário-filosófico Poesia e Filosofia podem ser consideradas rimas boas e ao mesmo tempo ricas, visto que se combinam exatamente e não são pobres ou vulgares porque não são tão comuns. Apesar de serem da mesma categoria gramatical – ambas substantivos – semanticamente se distinguem uma da outra e herarquicamente a poesia antecede à filosofia,  porém, vivem harmoniosamente quando se refere ao uso na arte da palavra. Neste caso é onde se caracteriza um tipo de rima bela e riquíssima tanto no  texto literário quanto no texto filosófico que se fazem intrinsecamente poéticos e com isso a denominação de prosa poética como em textos do escritor José de Alencar ( Iracema) e de textos do filósofo Heidegger ( Caminhos do Bosque). Por essa razão, denominarei poesia – o que hoje se chama literatura –, tudo o que já se foi expresso oralmente ou escrito no pretérito. Tudo era poesia. Eis que “o verso é mais antigo que a prosa e as obras dos grandes poetas têm demonstrado que o ritmo próprio de um idioma manifesta-se plenamente na criação poética, tanto na que obedece a padrões métricos e estróficos predeterminados, quanto no verso livre, que segue apenas as pausas e os critérios rítmicos sugeridos pelas palavras escolhidas.” (Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.). Tem-se a tragédia, a comédia, o drama, a filosofia ou o trágico, o cômico, o dramático, o filosófico. Tudo se resumia em poesia que, nessa perspectiva, pode-se dizer que ia de Homero / Píndaro a Sófocles / Eurípedes ou de Heráclito / Parmênides a Aristóteles / Nietzsche. Em Heráclito o lógos – o Ser – se dá a conhecer pelas palavras e pela ação. Mas porque “a natureza ama ocultar-se”, ao sábio [ou ao poeta] cabe despertar os homens para o conhecimento e para a ação em conformidade com a Natureza, decifrando-a, como se decifram os enigmas (Introdução à história da filosofia – os pré-socráticos, pág. 85)  Esse ocultamento da natureza aparece de forma alegórica em “Édipo Rei” que é a Esfinge, e o homem é Édipo que busca e desperta para o conhecimento,  o saber ao decifrar justamente o enigma da esfinge e termina se fazendo rei de Tebas; e tal como um filósofo Édipo usa a sua inteligência, o lógos, a razão, o ser e vai de encontro ao adivinho, Tirésias, ao deus Apolo perscrutando tudo sobre a verdade dos fatos. Percebe-se, com isso, que Édipo sente prazer em exercitar o seu pensar à medida que as coisas vão se revelando à sua vista e vai descobrindo o poder que o conhecimento lhe dá ante a revelação dos fatos.   Como já dissemos, anteriormente, o poeta trágico é o filósofo que se vela na personagem e esta se revela como filósofo utópico; enquanto o filósofo Parmênides se revela sábio e vela-se como poeta  no poema filosófico quando nem mesmo na poética de Aristóteles não se revela nenhuma forma de poesia filosófica, vela-se naturalmente, visto que Aristóteles é verdadeiramente filósofo-poeta-filósofo.

Ainda no início dessa reflexão vimos que o escritor e poeta Machado de Assis em seu romance “Brás Cubas” cria a personagem Brás Cubas, o Humanita,  para divulgar o seu pensamento filosófico. Fato é que Machado de Assis ou a personagem Brás Cubas fazem-se filósofos a utilizar o aforismo “ao vencedor, as batatas”. O interessante é que tanto poetas quanto filósofos se utilizam desse recurso que é o de ter uma personagem como veículo transmissor e mediador da sua mensagem, do seu pensamento filosófico. Não estaria eles fazendo o mesmo que os poetas clássicos que invocavam as musas para exaltarem seus cantos? Assim como o fez Sófocles em “Édipo Rei” com a personagem Édipo e o aforismo “decifra-me ou devoro-te” querendo mostrar o processo do saber pela investigação; assim como também o fez Platão em “A República” com a personagem Sócrates e os aforismos belíssimos como “conhece-te a ti mesmo” e “só sei que nada sei” como num processo de desmistificação através do lógos, do pensamento; bem como Nietzshe e a personagem Zaratustra e o aforismo “Deus está morto” como uma mudança radical do pensar ocidental com a transmutação dos valores.    

 

M. C. Garcia é poeta e filósofo. O texto acima faz parte de um trabalho realizado em sala de aula no Curso de Filosofia na UFRN.  (garciamc2001@hotmail.com / logosmc@ig.com.br)

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 20h14
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A UBE - UNIÃO BRASILEIRA DOS ESCRITORES REALIZOU:

II ENCONTRO POTIGUAR DE ESCRITORES

ALIANÇA FRANCESA DE 27/10 A 30/10/2009

PALESTRA:

O COLECIONADOR DE CREPÚSCULOS PROFERIDA POR ANA MARIA CASCUDO

 

 

PÚBLICO PRESENTE

ANA MARIA

ANA MARIA E EDUARDO GOSSO

 

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 13h42
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BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA INAUGURA PONTO DE LEITURA EM REDINHA

PARTE FRONTAL DA BCOG

PARTE FRONTAL E LATERAL  DA BCOG

PARTE LATERAL DA BCOG

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA - BCOG, AGORA TEM UM NOVO PONTO DE LEITURA QUE CONTA COM O RECONHECIMENTO E APOIO DO MINISTÉRIO DA CULTURA E DA BIBLIOTECA NACIONAL.
NO DIA 12 DE SETEMBRO, ÀS 14H, DEU-SE A INAUGURAÇÃO DO PONTO DE LEITURA ONDE FOI MARCANTE A PRESENÇA DO 50° GRUPO DE ESCOTEIRO JOSÉ GOMES CARDOSO, GEJGC, COM MAIS DE 20 INTEGRANTES, O QUAL É BASE PARA O TRABALHO DE LEITURA COM AS CRIANÇAS ENTRE 7 E 12 ANOS DE IDADE. ÀS 9H FOI REALIZADA A PROMESSA E ENTREGA DE CERTIFICADOS E DISTINTIVOS DOS PROMESSADOS COM A PRESENÇA DE PAIS, MÃES E MORADORES DA COMUNIDADE REDINHENSE; ÀS 11H FOI A ATIVIDADE LIVRE PARA AS CRIANÇAS, ACOMPANHADA DE UMA BOA SORVETADA, LEITURA DE REVISTAS DA TURMA DA MÔNICA E DESENHOS EDUCATIVOS DO KIT RECEBIDO COMO PRÊMIO DE IMPLANTAÇÃO DO PONTO; ÀS 15 HORAS O POETA M. C. GARCIA ABRIU O SARAU RECITANDO SEUS POEMAS E O POETA JANILSON DIAS DEU CONTINUIDADE AO FAZER LEITURA DO SEU LIVRO DE POESIA, NA SEQUÊNCIA, A POETISA ISABEL (REVELAÇÃO DA COMUNIDADE) LEU DO LIVRO DE POESIA DE M. C. DENDROCLASTA, O SONETO DA AMIZADE; NA BILBLIOTECA MARCARAM PRESENÇAS OS POETAS NILDO SANTOS, JÚLIO DO ROSÁRIO, O CRONISTA SINVAL MEDEIROS E A POETISA JANIA SOUZA; ENCONTRAVAM-SE EXPOSTOS TRABALHOS DOS CORDELISTAS MARCÍLIO GARCIA, NEZINHO PEREIRA E M. C. GARCIA E VÁRIOS LIVROS DE AUTORES DA SOCIEDADE DOS POETAS VIVOS E AFINS DO RIO GRANDE DO NORTE - SPVA/RN - TAIS COMO: JANILSON DIAS DE OLIVEIRA, ROSA FIRMO, CIANO, MARCOS CAVALCANTE, ROSA REGIS, AMÉRICO PITA, E TANTOS OUTROS. ÀS 17 HORAS DEU-SE O ENCERAMENTO COM MAIS UMA RODADA DE SORVETE, AGORA, COM BOLO, REFRIGERANTES E SALGADOS. O LIVRO DE VISTA REGISTROU 48 PESSOAS ENTRE CRANÇAS, A MAIORIA, JOVENS E ADULTOS, QUANDO NA VERDADE, CONTAVA-SE MAIS DE 50 PRESENTES. VEJAM AS FOTOS, RETIRADAS POR JANIA E M. C. GARCIA.


SALA DE ESTUDO E LEITURA

SALA DE ESTUDO: O TETO
SALA DOS LIVROS DO PONTO DE LEITURA
SALA DOS LIVROS DO PONTO DE LEITURA
1° ESTANTE E PUFES
OS COMPUTADORES
POETA JANILSON
POETISA ISABEL
SALA DE LEITURA E DESENHO
OS POETAS: JANILSON, SINVAL MEDEIROS, NILDO SANTOS, JÚLIO DO ROSÁRIO
POETISA ISABEL, NAMORADO E IRMÃO
NILDO E JÚLIO
NA ENTRADA DA BIBLIOTECA
NO ALPENDRE DE ENTRADA

CORDELISTA MARCILIO, M. C. GARCIA E MARLY

MURO DE ESQUINA DA BCOG
SALA DE ESTUDOS E LEITURAS
SALA DE VÍDEO
EXPOSIÇÃO DE OBRAS LITERÁRIAS DOS POETAS DA SPVA/RN
EXPOSIÇÃO DOS CORDELISTAS M. C. GARCIA, MARCÍLIO GARCIA E NEZINHO PEREIRA

INTEGRANTES DO GRUPO DE ESCOTEIRO JGC



Escrito por bibliotecas-culturais às 22h43
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Escrito por bibliotecas-culturais às 18h53
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INFORMATIVO NÃO PERCA

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA

JUNHO 2009 N°  69 – IDEALIZADORES: M. C.  GARCIA E SINVAL MEDEIROS

A POESIA NOSSA DE CADA DIA: Equação Mulher por José Acaci

EQUAÇÃO MULHER

 

Complicadas como as equações,

Mas, gostosas como um banho morno.

Para alguns são somente transtornos,

Para outros, são adorações.

 

Suas curvas prendem atenções,

Seus processos? – Sempre complicados.

Quase sempre os seus resultados

Trazem nova esperança e fé.

Quem estuda a questão mulher,

Vive louco atrás de soluções.


Um mistério por ser decifrado.

Um eterno e terno desafio,

Como um gole num copo vazio

A procura do sabor provado.

 

No olhar que faz... apaixonado,

Tem por trás milhares de intenções.

As mulheres são como equações

Que acirram a curiosidade

São mergulhos de felicidade

Num oceano de interrogações.


DADOS BIOGRÁFICOS

José Acaci Rodrigues é Professor, Cordelista, e  Compositor. Toca violão, viola de dez cordas e cavaquinho. É filho de Francisco Rodrigues da Silva, conhecido como Chagas Ramalho, Cantador de viola e cordelista paraibano da cidade de Cuité, e de Maria de Freitas Gonçalves, conhecida por Dona Mariquinha, que enviuvou em 1990 e até hoje mora em Macaíba-RN, cidade onde o casal criou seus oito filhos. Acaci herdou do pai o dom e a paixão pela literatura de cordel. Criou-se viajando pelas feiras do interior ajudando o pai na venda de folhetos clássicos como: O romance do pavão misterioso, histórias de João Grilo, A peleja de Zé Pretinho com o Cego Aderaldo, Coco Verde e Melancia e outros. Além de participar da escolha dos temas dos folhetos escritos pelo seu pai, muitas vezes discutia a métrica e a formação dos versos. Sendo um estudante dedicado, tomou gosto pela matemática e pelo cordel, até que um dia descobriu-se capaz de meter-se pelos caminhos cordelistas. Residente em Parnamirim-RN desde 1986. Professor, com licenciatura plena em matemática(UFRN), tem pós-graduação em análises de sistemas além  de cursos de aperfeiçoamento em matemática a nível médio e fundamental.

BCOG e MOVA BRASIL

promovem concurso de poesia para alunos do EJA

No mês de abril a BCOG – Biblioteca Cultural Otávio Garcia e o Projeto Mova Brasil promoveram um curso de poesias voltado apenas para os alunos do EJA e foram contemplados os alunos e alunas Ivanilda, Luciano e Maria Amaro. Veja as suas poesias, logo abaixo:

 

BRILHAM OS OLHOS DO MOVA

 

Brilham as estrelas no céu

Brilham as rosas no jardim

Brilham os olhos do MOVA

Quando olham para mim

 

Com “A” escrevo Amor

Com “P” escrevo Paixão

Com “M” escrevo Mova

Do fundo do meu Coração

 

Se na vida você sentir falta de alguém

Lembre-se que na vida de alguém

Você faz falta também

 

Ivanilda do Nascimento



Escrito por bibliotecas-culturais às 19h48
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INFORMATIVO NÃO PERCA

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA

JUNHO 2009 N°  69 – IDEALIZADORES: M. C.  GARCIA E SINVAL MEDEIROS

 

Sinval Medeiros

 

SOFRIMENTOS DE DAGAIOLA

 

 

Natal, março de 1989. André Sales ganhava 300 cruzados novos por semana. S. Pinto era combatido por André Sales. André Sales era tão pequeno quanto S. Pinto.

Dagaiola era muito maior do que S. Pinto.

Dagaiola era apresentador de um programa para o qual ele não podia se atrasar. Se isso acontecesse, ele seria impedido de entrar e o programa seria apresentado por outra pessoa.

Está começando mais um NÃO PERCA pela TV NATURAL e no programa de hoje teremos uma entrevista com Dagaiola. Wanderley di Freire está ao vivo com Dagaiola.

- Vamos, Wanderley!

 - Estamos aqui com Dagaiola para mostrar como difícil é alguém não conseguir executar tarefas fáceis.

- Dagaiola, é preocupante você precisar de um guarda costas e não saber calçar sapatos?

- Eu consigo calçar, mas a coisa mais difícil do mundo é amarrar as enfiadeiras.

S. Pinto era assassino poderoso e apenas alguém tão grande quanto ele e apenas alguém tão pequeno que ele podia detê-lo.

- Dagaiola, você tinha dez anos em 1999 e por que você não conseguia deter S. - Pinto e amarrar enfiadeira?

- Deter S. Pinto não é fácil. Se eu tentasse detê-lo e eu fracassasse talvez ele tivesse uma reação super-negativa. Amarrar enfiadeiras foi uma tarefa que eu não fui ensinado a fazer. Eu tinha quem me salvasse de S. Pinto. E eu não usava enfiadeiras porque o trabalho do meu protetor não era me arrumar.

- Dagaiola, você sempre viveu uma vida de sofrimento. Quais tragédias foram marcantes para você?

- Quando eu caminhava trazendo uma lata d´água, três policiais tomaram minha lata e lavaram os pés.

- Quando eu caminhava numa avenida um ônibus vinha em movimento lento em sentido contrário a mim um passageiro que estava em movimento dentro do ônibus em movimento cuspiu para fora do ônibus e atingiu o meu nariz. E eu também estava em movimento.

Movimento do ônibus

Movimento do passageiro

Movimento de Dagaiola

Voltaremos depois dos comerciais.

 

A Biblioteca Cultural Otávio Garcia - BCOG, completa  o seu  6° Aniversário

 

A Biblioteca Cultural Otávio Garcia - BCOG, localizada na Rua São Francisco, n° 168, Redinha – Natal / RN. É o verdadeiro lugar de pessoas felizes, porque, isto é, onde ninguém precisa gastar alguma coisa para adquirir diversos conhecimentos.

A Biblioteca Cultural Otávio Garcia comemora  o seu 6° aniversário com um excelente atendimento para tornar pessoas mais felizes.

  A BCOG é diferente demais de todas as outras bibliotecas. Diferente e Melhor!

Este é um lugar em que a informação é completa com professores particulares gratuitos, com atendimento diário, incluindo sábados e domingos.

 

Sinval Medeiros



Escrito por bibliotecas-culturais às 19h24
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INFORMATIVO NÃO PERCA

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA

MAIO 2009 N°  68– IDEALIZADORES: M. C.  GARCIA E SINVAL MEDEIROS

 

A VIDA SEM AMOR

Trabalho, religião, lazer e andar dentro da lei sem ser amado.

A falta de amor não é um sofrimento como muitas pessoas falam.

Está começando mais um NÃO PERCA pela TV NATURAL e nós vamos agora ao vivo para onde mora Dagaiola com Wanderly di Freire.

Estamos chegando aqui no lar de Dagaiola para levar receitas para os assistentes.

- Dagaiola, muitas pessoas dizem que perder um amor é a coisa mais lamentável do mundo. Diga porque isso acontece.

- Isso acontece porque as pessoas geralmente vivem com amor, e elas até mesmo matam elas mesmas por amor.

- Como você vive sem amor?

- Eu vivo com amigos, trabalho e vivo, as aventuras que minha vida são submetidas a são garantidas pelos meus amigos. E eu acho que perder um trabalho é lamentável demais. Perder um amigo é lamentável demais. E quem tem um amor é lamentável demais se perdê-lo. E eu vivendo sem amor eu consigo viver feliz e eu não morrerei de tristeza algum dia.

- E se alguém te amar?

- Se alguém algum dia me amar deve pular por cima.

- E se você amar alguém?

- Se eu amar alguém eu pularei por cima porque o amor só dura enquanto a beleza dura. E a beleza foge de todo mundo todo dia e a cada dia dia depois de dia!

 

Voltemos aos estúdios do NÃO PERCA

Tudo bem, WanderBREVE CURRICULUM
Vamos agora para os comerciais.

 

BREVE CURRICULUM

SINVAL MEDEIROS nasceu em Natal, concluiu o ensino médio no Edgar Barbosa, pretende fazer Letras na UFRN e na UERN, Ciência da Religião; é professor autoditada de Inglês, vegetariano, irreverente. Escreve no Informativo: Não Perca há cinco anos, desenha com canetas e escreve com as duas mãos da esquerda para direita e da direita para esquerda. Gosta de ler revistas e pesquisa sobre a moeda brasileira.

POSSE DA NOVA DIRETORIA DA SPVA - RN

No dia 30/04/09, às 18h, na FUNCARTE, a sra Geralda Efigênia foi empossada como a primeira presidente da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN. Na oportunidade, encontravam-se presentes diversas autoridades do universo cultural, bem como políticos, artistas, poetas e poetisas. A poetisa Flauzineide, diretora de eventos, foi responsável pelo cerimonial. Pedro Grilo Neto, presidente que saía, fez breve discurso e em seguida, a nova presidente, Geralda Efigênia, fez um belíssimo discurso de posse; o poeta José Lucas de Barros, presidente da AEPP, enalteceu a importância da SPVA no nosso estado e, às 19:30h foi oferecido um coquetel  para os convidados, onde poetas e cantores fizeram um grande e belíssimo sarau até às 22h. Foi uma noite ímpar para todos os que se fizeram presentes.

A POESIA NOSSA DE CADA DIA


 por Rizolete Fernandes

 LEITURA ÓTICA
 

Te toco
languidamente
com o avesso da mão
com a palma
faço a leitura ótica
do teu coração.

Dados biográficos:
 
Rizolete Fernandes é graduada em Sociologia e autora de dois livros: “A história
oficial omite, eu conto: Mulheres em Luta no Rio Grande do Norte” Ediurn, 2004 e
“Luas Nuas”, Editora Una, 2006. O poema Leitura Ótica, consta deste livro

 MOMENTO FILOTERAPOÉTICO
EM SONETOS

Por M. C. Garcia

O POBRE ACANHADO

Stress é para inglês
Temos que ter aperreio
No nosso bom português
A cura vem sem receio

Dor maior é não saber
O nome da desgraçada
E pior é ter que lê
Doença estrangeirada

Mas, se diz aperreado
Logo, logo é curado
Com um chá qualquer do mato

Quando se diz estressado
O pobre fica acanhado
E pode morrer de fato.

03/04/2009

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 09h48
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http://recantodasletras.uol.com.br

CLIQUE EM AUTORES E DIGITE M C GARCIA E ACESSE AS POESIAS, CONTOS, LIVRO E ENSAIO LITERÁRIO DO AUTOR



Escrito por bibliotecas-culturais às 12h54
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HABITAT MULTICULTURAL


Bem vindos ao novo Habitat Multicultural, porque nesta Sociedade de Poetas permeiam as mais diversas correntes e estilos literários, bem como, as mais diversas formas da arte que uma Sociedade de Poetas, até então, já pode abrigar, isto é, de forma quão complexa, diversa, múltipla que só o abençoado Sistema Democrático é capaz de abarcar com tanto equilíbrio, moderação e sabedoria.

É como disse Sebastião Nunes (poeta mineiro do poema-processo) em entrevista a Lívio Oliveira, quando perguntado sobre o que há no horizonte da poesia brasileira, disse ele: há Um belíssimo saco de gatos. De repente tudo está aberto, para todas as tendências, correntes, gostos. Acabou-se o sectarismo que caracterizou minha juventude, quando todo mundo pertencia a um grupo, a uma panelinha. Quem estava fora era inimigo. Isso acabou, e já acabou tarde. Agora a poesia sopra onde e como quer.

A bem dessa realidade existente, aqui e agora, é que nesta Sociedade de Poetas reina o Humanismo Artístico recheado de poesia em nome de todas as artes, porque é uma sociedade aberta, onde todos são acolhidos enquanto humano ativo em potencial artístico, na música, na dança, na literatura de cordel, no conto, na crônica, no causo, na arte cênica, na arte plástica, na performance, ou seja, na sua importância ou desimportância de existir enquanto arte, como diz, novamente, Sebastião Nunes quando perguntado sobre a utilidade da poesia A poesia é a mais importante e a mais inútil das artes. A poesia é o cérebro humano posto à prova. A poesia é momento supremo da inteligência humana, acima mesmo da filosofia e da matemática. A boa poesia, quero dizer. A ruim não serve para nada.

Como num paradoxo perfeito que não contradiz nem nega, pelo contrário, une e equilibra, a SPVA tem características próprias de ser dinâmica e diferente de todas as escolas literárias já existentes em nossa sociedade brasileira, porque é aberta para todas as tendências, correntes e gostos. Não há espaço para o sectarismo, pois, caso haja, terminará isolado, sozinho como potencial suicida; todos são bem-vindos, todos os grupos pertencem à Sociedade dos Poetas, ou melhor dizendo, todas as “panelinhas” se encontram agora dentro de um grande “panelão”, que em outras palavras, atualmente pode ser chamada de globalização, ou de aldeia global. Na SPVA não há presidente vitalício, a cada dois anos se é escolhido, democraticamente, pelo voto direto um novo presidente ou presidenta, como é o momento de agora, que após doze anos elege-se a primeira mulher para coordenar esta Sociedade de Poetisas, de Poetas e de Afins, como assim é a sua verdadeira denominação social.

Assim sendo, urge que a SPVA desenvolva linhas que valorizem o artista como um todo, no sentido de que o venha capacitá-lo dinamicamente através de cursos, oficinas, seminários, palestras voltadas ao fazer artístico-poético-literário, dando portando, o real valor a todos de que a arte é poder transformador essencial do indivíduo, quando ser ativamente atuante na sociedade em que vive.

 

M. C. Garcia

 

Vice presidente da SPVA



Escrito por bibliotecas-culturais às 10h37
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INFORMATIVO NÃO PERCA

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA

 ABRIL 2009 N°  67 – IDEALIZADORES: M. C.  GARCIA E SINVAL MEDEIROS

 

M. C. GARCIA

 

 

A FILOTERAPOÉTICA

 

De leve, fechem seus olhos

Sintam a respiração

Adentrar a sua alma...

E sintam o seu coração...

 

Agora, sintam o sopro

Da vida de todo ser

Que é gerado da terra

Nesse quão belo viver!

 

Provem sua existência

E vivam o dia-a-dia

Repleto de poesia...

 

Neguem excesso, carência

Façam desta terapia

A sua filosofia.

 

22/02/2008

 

 

DEPRESSÃO É GRANDE PRESSA

 

Quem está com depressão

É melhor ir de vagar

Cuidado com o coração

Senão ele pode parar

 

A pressão é inimiga

Do tum tum do coração

Não quer arrumar intriga

Controle sua pressão

 

Depressão é tá de pressa

Pra chegar a algum lugar

Ao qual, ninguém quer chegar

 

Pois cuidado, cessa, cessa

Cessa a pressa pra viver

Que correr pode morrer.

03/04

 

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 21h41
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INFORMATIVO NÃO PERCA

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA

 ABRIL 2009 N°  67 – IDEALIZADORES: M. C.  GARCIA E SINVAL MEDEIROS

AINDA MENINA

 

Ela se olha no espelho,

A apreciar a natureza

De ser bela sem saber,

Sem querer.

Em sua simplicidade,

Não sabe que é formosa,

Faz o poeta fazer prosa

Dos seus traços a criar...

Bela menina, charmosa,

Quase mulher,

Do poeta a inspiração,

Tema para uma canção.

Obra de arte digna

De se admirar.

 

Breve biografia:

 

Flauzineide de Moura Machado é filha de Francisco Marques de Moura e Maria Eulália de Moura. Nasceu em 29 de setembro de 1951, em Areia Branca/RN. Casada desde 1975 com Alderi Machado, tem três filhos: Alderi Filho, Mona Lisa e Kelycia. À família acrescentam-se dois netos: Ana Eulália e João. Funcionária estadual há mais de trinta anos, é pedagoga com três habilitações: Administração Escolar, Supervisão Escolar e Magistério das Matérias Pedagógicas. Sendo alicerçada pela Escola Normal – Curso de Habilitação ao Magistério em nível de 2° Grau.

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 21h40
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INFORMATIVO NÃO PERCA

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA

 ABRIL 2009 N°  67 – IDEALIZADORES: M. C.  GARCIA E SINVAL MEDEIROS


*SINVAL MEDEIROS

 

 

MORTE NA HORA ERRADA

 

Imagine que alguém tenha aprendido a fabricar caixões para velório há pouco tempo e imagine como triste é esse fabricante precisar ser colocado dentro de um deles!

Está começando mais um NÃO PERCA pela TV NATURAL e o programa de hoje mostrará uma reportagem triste, trata-se de Fernando Nardoni que estava tendo uma ascendente posição social fabricando caixões para velório!

Direto da funerária Paz no Céu fala ao vivo o repórter Wanderley di Freire.

Estamos aqui na funerária Paz no Céu para falar sobre a passagem de Fernando Nardoni pela terra de cima, aqui do meu lado está o diretor da funerária que abriu as portas para o Fernando e ele nos contará a sua história.

- Jeicy, como ótimo era o Fernando em fabricar caixões?

- Quando eu o conheci, ele estava trabalhando como barraquista em pontos de ônibus e eu o ensine a fabricar caixões. Ele levou dois dias para aprender a trabalhar por ele mesmo. E ele fabricava muitos caixões diariamente. Ele trabalhava veloz. Apenas Guegueldo superava a produção de Fernando Nardoni.

- Quanto tempo Fernando trabalhou nessa profissão e de que modo ele era superado por Guegueldo?

- Fernando Nardoni trabalhou como fabricante por três meses. Esse período foi suficiente para ele ser bem conhecido na cidade. Fernando Nardoni era superado por Guegueldo quando ele comparava quanto tempo cada um levava para tornar pronto um caixão.

- Como você se sente?

Fernando Nardoni foi arremessado do sexto andar de um apartamento enquanto dormia por dois concorrentes que arrombaram o apartamento e jogaram a sua cama pela janela num ato covarde que revoltou o país inteiro. Ele nada conseguiu fazer porque dormia na hora do ataque.

Bem, o que importa é que esses assassinos já estão em disposição da justiça. Eles que foram capturados pela polícia da fábrica de Guegueldo já estão na delegacia central da fábrica. Mesmo assim, esse crime não será esquecido!

 

Wanderley di Freire para o NÃO PERCA!

*SINVAL MEDEIROS nasceu em Natal, concluiu o ensino médio no Edgar Barbosa, pretende fazer Letras na UFRN e na UERN, Ciência da Religião; é professor autoditada de Inglês, vegetariano, irreverente. Escreve no Informativo: Não Perca há cinco anos, desenha com canetas e escreve com as duas mãos da esquerda para direita e da direita para esquerda. Gosta de ler revistas e pesquisa sobre a moeda brasileira.

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 21h30
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INFORMATIVO NÃO PERCA

BIBLIOTECA CULTURAL OTÁVIO GARCIA

MARÇO 2009 N°  66 – IDEALIZADORES: M. C.  GARCIA E SINVAL MEDEIROS


*SINVAL MEDEIROS

A REPÓRTER QUE NÃO ERA

 

Wanderley di Freire trabalha como um professor na escola da fábrica, à tarde, e ele trabalha como um repórter na TV NATURAL pela manhã.

            Está começando mais um NÃO PERCA pela TV NATURAL e todos sabem que as pessoas que transmitem notícias na devem manter em público suas carcaças. Mas na TV NATURAL quase todos os jornalistas ensinam em escolas públicas e particulares. Eiji Martins está lá na escola Adriani Martins di Fernandes e lá é o lugar em que Fernando Fernandes ensina e nessa primeira reportagem  nós veremos informação de jornalista sobre jornalista.

            Estamos aqui na escola Adriani Martins de Fernandes onde é uma escola particular da fábrica de Guegueldo. Viemos aqui para mostrar a face oculta do repórter Fernando Fernandes que também se apressa para o NÂO PERCA. Ele é assistido por todas as pessoas na cidade quando está sendo filmado. Ele é assistido por somente dezenas de pessoas quando ele está aqui.

            Antes de nós entrarmos, vamos mostrar dois gráficos que indicam quantidade de assistentes para Fernando Fernandes nos dois lugares.

228 000

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TV NATURAL                                                                                          EAMF

            Atenção! Ele está chegando! Vamos entrar juntos!

            - Como você se sente trabalhando aqui?

            - Quando começou a ano letivo aqui, a turma da quinta série me aplaudiu e me parabenizou por eu permitir que eles olhassem para mim fora da TV.

            - Vamos agora entrevistar alguns alunos do Fernando Fernandes...

            - O Fernando Fernandes é um bom professor?

            - Bom realmente é ele está aqui e eu olhar para ele fora da TV.

           

Todas as crianças dizem:

 

            - E E E E E E E E E E E E E E E E E E

 

            O Fernando Fernandes foi procurado por nós aqui e ele é também procurado por alunos aqui.

O Fernando Fernandes é procurado pelos jornalistas  da TV NATURAL e ele não é procurado pelos alunos da TV NATURAL.

O Fernando Fernandes foi procurado por um jornalista aqui pela primeira vez.

Eiji Martins para o NÂO PERCA!

*SINVAL MEDEIROS nasceu em Natal, concluiu o ensino médio no Edgar Barbosa, pretende fazer Letras na UFRN e na UERN, Ciência da Religião; é professor autoditada de Inglês, vegetariano, irreverente. Escreve no Informativo: Não Perca há cinco anos, desenha com canetas e escreve com as duas mãos da esquerda para direita e da direita para esquerda. Gosta de ler revistas e pesquisa sobre a moeda brasileira

A BCOG realiza oficina poética com a turma do EJA do projeto Mova Brasil no dia  da poesia

A BCOG realizou oficina poética no dia da poesia com a presença dos alunos do EJA do Projeto Mova Brasil, onde a professora Iraneide cedeu o espaço para que o poeta M. C. Garcia fizesse um jogral com os alunos. O poeta apresentou poemas curtos do poeta Mário Quintana, na intenção de mostrar que poesia não é bicho de sete cabeças, como muita gente acha, é só uma questão de saber articular as palavras, ou seja, brincar com elas de forma criativa; em seguida, leu poemas autorais: Ascensão e queda do amor, que brinca com as palavras: AMOR TE QUERO, que se transforma em: A MORTE QUERO e o poema AQUI E ALI que juntando as palavras AQUI E ALI É NAÇÃO  dá-se: AQUI E ALIENAÇÃO. O poeta também distribuiu Literatura de Cordel para as mulheres presentes, em homenagem ao seu dia internacional, comemorado em 08 de março. Além da professora Iraneide também se fez presente a coordenadora do projeto, Ana Rosa. Foi uma noite muito inspiradora que os alunos se inspiraram a fazer suas poesias e a concorreram a um prêmio futuramente em um concurso, entre eles, com apoio da professora. Assim estabelecido, o poeta entregou o seu livro: Bisaco de Pensador Mais uma Ruma de Ideia para servir de prêmio no concurso.

TUA VOZ

Tião

 

Preciso do teu amor para encher meu coração

Quero espantar de vez a dor da solidão

Antes que ela tome conta de mim

Meu coração vazio como está

Por muito tempo não vai suportar

E com certeza isso será meu fim

 

Não deixe que eu pereça desse mal atroz

Preciso urgentemente ouvir tua voz

Dizer, meu amor, não morra não

 

Isso certamente me dará um alento

É o que mais anseio no momento

Para curar de vez esse meu coração

Biografia

SEBASTIÃO BEZERA (Tião) poeta filiado à Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RIo Grande do Norte - SPVA/RN, nascido em Natal no século passado aos  15 dias do mês de agosto do ano da graça de 1938.

 



Escrito por bibliotecas-culturais às 23h55
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